Pesquisar este blog

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

carros com cada vez com mais técnologia

Tata cria a Kombi do Nano, a Magic Iris

Vanzinha com motor a diesel com mesma plataforma do Nano quer tirar triciclos de circulação na Índia

Texto: Gustavo Henrique Ruffo

Fotos: Divulgação

(05-01-10) - Carros criados para o povo costumam dar origem a vans também voltadas ao transporte popular. O VW Fusca, por exemplo, deu origem à Kombi, um carro notável até hoje, já que é o único capaz de transportar seu próprio peso em carga. Não sabemos se a Tata Magic Iris é capaz da mesma coisa, mas ela também divide sua plataforma com um modelo popular, o Tata Nano, o carro mais barato do mundo.

Equipada com motor traseiro a diesel de 611 cm³ de pouco mais de 11 cv e um tanque de apenas 10 l, a vanzinha atinge a máxima de 55 km/h e é voltada, segunda a empresa, ao transporte de passageiros.

O objetivo da Tata é combater os veículos de três rodas, os famosos ciclo-riquixás ou simplesmente riquixás, que funcionam como táxis nas cidades indianas. Por tabela, a Tata ataca a Bajaj, empresa que pretende ameaçar o reinado do Nano com o ULC, carrinho barato que ela desenvolve em parceria com a Renault.

O discurso da Tata é que a Magic Iris permitirá o transporte de até quatro passageiros (excluindo o motorista, o que a torna um veículo para cinco passageiros) com a segurança de um automóvel. O motor, apesar de fraquinho, torna a Magic Iris mais veloz do que qualquer riquixá, o que a fará ser mais lucrativa, por permitir mais viagens.

As quatro rodas podem ser de aro 10” ou 12”, pequenas como as de um scooter, mas a empresa indiana reforça o fato de a Magic Iris ter teto de aço e faróis. Como qualquer carro, mas vale lembrar que a Tata quer evidenciar as vantagens de sua mini-Kombi.

Ainda não se sabe quando a Kombi do Nano começa a ser vendida ou se ela será exportada, mas, considerando o sucesso da Asia Towner no Brasil, não seria de duvidar que a vanzinha encontre espaço em outros mercados. Especialmente se ela custar o mesmo que o Nano, ou seja, pouco menos de R$ 5.000, na Índia.

beyoncé vem ao brasil é engresos estão quase esgotados

Quem pretende assistir a diva pop Beyoncé apresentar a coreografia de seu hit Single Ladies em SP, é bom correr: cerca de 80% dos ingressos disponibilizados pra o show de São Paulo, que acontece no dia 6 de fevereiro, já estão esgotados.

Restam apenas os ingressos mais caros para o show, que ocorre no estádio do Morumbi. Os ingressos pista comum (R$250), cadeira coberta laranja (R$300) e a pista vip (R$500) ainda podem ser adquiridos nas bilheterias do Morumbi.

Os ingressos para o show da cantora no Rio de Janeiro, que acontece no dia 7 de fevereiro na Arena HSBC, esgotaram no dia 29 de dezembro.

Beyoncé em Florianópolis

Quando: 04/02, às 22h
Onde: Parque Planeta - Rodovia SC 401, s/nº - Margem Grande
Quanto: de R$ 180 (pista) e R$ 500 (setor gold)
Ingressos pelo site ingresso rápido ou pelo telefone 4003-1212

Beyoncé em São Paulo (com Ivete Sangalo)

Quando: 06/02, às 20h
Onde: Estádio do Morumbi - Praça Roberto Gomes Pedrosa
Quanto: de R$ 70 (arquibancada) a R$ 600 (pista premium)
Ingressos a partir do dia 23 nas bilheterias do estádio, pelo site www.livepass.com.br e pelo telefone 4003-1527. A partir do dia 29 de dezembro, os ingressos também poderão ser adquiridos no Shopping Morumbi.

Beyoncé no Rio de Janeiro

Quando: 07/02, às 21h
Onde: HSBC Arena - Avenida Embaixador Abelardo Bueno, 3401 - Barra da Tijuca
Quanto: de R$ 180 (cadeiras) a R$ 700 (pista vip)
Ingressos a partir do dia 23 de dezembro nas bilheterias do HSBC Arena

Beyoncé em Salvador (com Ivete Sangalo)

Quando: 10/02, às 21h
Onde: Parque de Exposições de Salvador - Av. Luís Viana
Quanto: de R$ 120 a R$ 600 (camarote)
Ingressos a partir do dia 28 de dezembro no Shopping Iguatemi, pelo site www.livepass.com.br e pelo telefone 4003-1527.

menino que vale ouro!

Taylor Lautner, o Jacob da saga de Crepúsculo, que já ganhou o coração das adolescentes, resolveu ganhar também um cachê bem gordo! Com apenas 17 anos, o garoto receberá 7,5 milhões de dólares por seu próximo filme.

O longa é projeto de um braço da Paramount, terá John Moore como diretor e começa suas gravações em abril desse ano. A produção é sobre um talentoso piloto de acrobacias que tem problemas na relação com seu pai rico e controlador e se apaixona por um garota que também é piloto.

estudos mostra que parar de fumar sem se preocupar com peso aumenta risco de diabetes

Um estudo americano sugere que deixar de fumar pode aumentar os riscos de desenvolver a diabetes do tipo 2 em até 70%, já que os ex-fumantes tendem a ganhar peso.

Os pesquisadores da Escola de Medicina da Universidade Johns Hopkins, no Estado de Maryland, monitoraram 10.892 adultos de meia-idade durante 17 anos.

Segundo os resultados, publicados na revista científica Annals of Internal Medicine, nos seis primeiros anos após abandonar o cigarro, o ex-fumante corre 70% mais riscos de sofrer da doença em comparação com pessoas que nunca fumaram.

Getty Images
Os autores do estudo enfatizam que os resultados não devem ser usados como desculpa para continuar fumando


Mas ainda de acordo com os especialistas, o risco de desenvolver a diabetes do tipo 2 é mais alto nos três primeiros anos após a suspensão do cigarro.

A média anual de participantes que deixaram de fumar e começaram a sofrer de diabetes nesse período de 36 meses foi de 1,8%.

Também nesse intervalo de três anos, os ex-fumantes engordaram em média 3,8 kg.

De maneira geral, os que fumaram mais, e os que engordaram mais após parar de fumar, foram os que apresentaram os mais altos riscos.

Dez anos após abandonar o cigarro, os riscos de desenvolvimento da diabetes do tipo 2 voltaram à média normal para os ex-fumantes.

Os que não deixaram de fumar apresentaram um aumento constante de 30% nos riscos de desenvolver a doença em comparação com não fumantes.

'Desculpa'

Os autores do estudo enfatizam que os resultados não devem ser usados como desculpa para que o fumante não abandone o cigarro, uma vez que quem fuma corre mais riscos de desenvolver uma série de doenças, inclusive diabetes.

Para os especialistas, o estudo mostra apenas a importância do controle do peso quando a pessoa abandona o cigarro.

"Se você fuma, desista de fumar. É a melhor coisa a fazer", disse uma das pesquisadoras envolvidas no estudo, Jessica Yeh. "Mas as pessoas também têm de prestar atenção ao seu peso".

Açúcar

A diabetes do tipo 2 ocorre quando o corpo não consegue produzir insulina suficiente ou não pode utilizá-la de maneira apropriada, o que resulta em um descontrole nos índices de açúcar no sangue.

Se não for tratada, ela pode levar a complicações sérias, como cegueira, falência dos rins e danos no sistema nervoso.

A obesidade é um dos principais fatores de risco para o desenvolvimento da diabetes.

Os pesquisadores recomendam que médicos tenham em mente a importância do controle do peso em pacientes que planejam abandonar o cigarro.

Ex-fumantes tendem a engordar porque o cigarro inibe o apetite.

"Os pesquisadores estão certos de que fumantes devem abandonar o cigarro, mas se você fuma muito ou se já está acima do seu peso, talvez seja melhor aumentar os exercícios quando você parar", disse Martin Dockrell, representante da entidade britânica contra o fumo Ash.

Natasha Marsland, da ONG Diabetes UK, destacou que os resultados não devem ser usados como desculpa para desistir de fumar.

"Os benefícios de deixar de fumar para a saúde são muito maiores do que o risco de desenvolver diabetes do tipo 2 quando o ganho de peso é modesto e de curto prazo", disse.

estudos com ratos afirma que ondas do celular protege do mal de alzheimer

As ondas do telefone celular poderiam proteger do mal de Alzheimer e inclusive reverter seu curso, segundo um estudo realizado com ratos por cientistas da Universidade do Sul da Flórida e publicado nesta quarta-feira (6).

O trabalho, que oferece uma nova esperança aos pacientes de Alzheimer, soma-se a outros dois relatórios conhecidos também hoje que destacam respectivamente o desenvolvimento de fármacos contra enzimas específicas para seu tratamento e o desenho de um scanner cerebral para detectar a doença em jovens saudáveis.

Getty Images
Nos roedores, as ondas eliminavam e preveniam a formação das camadas de proteína beta-amilóide, típicas da doença



Doença neurológica que não tem cura, o Alzheimer afeta milhões de pessoas e se caracteriza pela perda progressiva da memória e leva a demência e a morte do paciente.

Conforme os cientistas da Universidade da Flórida, os milhões de fãs do celular têm uma nova desculpa para seguir utilizando o equipamento.

Em um relatório publicado pelo "Journal of Alzheimer's Disease", os cientistas indicam que em experiências com 100 ratos provou que a exposição às ondas eletromagnéticas do aparelho pode proteger e até reverter os sintomas do Alzheimer.

"Ficamos surpresos em descobrir que a exposição ao celular protegeu a memória de ratos que estariam condenados ao Alzheimer", indicou Gary Arendash, professor do centro de pesquisas.

"Mas o mais assombroso foi constatar que as ondas eletromagnéticas dos celulares revertiam o desequilíbrio na memória dos ratos", acrescentou.

Os cientistas explicaram que nos roedores as ondas eliminavam e preveniam a formação das camadas de proteína beta-amilóide, características da doença.

Para o experimento, os ratos foram fechados durante nove meses em uma jaula e foram expostos a ondas similares às de um celular.

Induzidos geneticamente para desenvolver a doença, os roedores se mantiveram saudáveis. Sua memória não foi afetada e também não mostraram sinais de demência.

Nos ratos mais velhos com problemas de memória, os mesmos desapareceram, o que sugere a possibilidade de se alcançar um efeito similar em humanos, afirmaram os cientistas.

Remédios

Paralelamente, outro estudo divulgado pela revista "Science" revelou que os cientistas da Escola de Medicina da Universidade Johns Hopkins combinaram fármacos para inibir moderadamente as enzimas beta-secretase e gama-secretase.

Segundo assinalaram, esse tratamento poderia ser mais efetivo que os tratamentos dirigidos contra uma só dessas duas enzimas.

Estudos anteriores tinham demonstrado que a produção das placas é reduzida com a inibição das enzimas.

Descobriu-se também que nos ratos o tratamento de inibição enzimática tem efeitos colaterais perigosos.

Por exemplo, a inibição do beta-secretase afeta as funções neurológicas e induz sintomas de esquizofrenia.

A da gama-secretase provoca anormalidades, defeitos de desenvolvimento, a aparição de tumores na pele e a redução do período de vida dos animais.

Esta nova técnica ajuda a reduzir a produção das placas beta-amilóides sem efeitos colaterais adversos, afirmaram os cientistas no estudo.

Scanner cerebral

Finalmente, a revista "Neurology" indicou que cientistas americanos desenvolveram uma experiência feita na Itália com um novo tipo de scanner cerebral, que parece detectar em jovens se sua perda de memória está vinculada com o mal de Alzheimer.

No estudo participaram 76 pessoas de entre 20 e 80 anos as quais se submeteram ao scanner cerebral identificado como DTI-MRI, que é mais sensível que o tradicional.

O objetivo foi detectar mudanças na química cerebral, especialmente no hipocampo, a região crucial na memória e a mais afetada pelos sintomas do alzheimer.

"Este tipo de scanner parece ser uma melhor forma de medir a saúde cerebral de pessoas que experimentam perda de memória", disse Giovanni Carlesimo, cientista da Universidade Tor Vergata de Roma.

Sua aplicação "poderia ajudar aos médicos a diferenciar entre os sintomas normais do envelhecimento e a doença de Alzheimer", acrescentou.

"Também poderia ser importante para compreender como e por que uma pessoa perde progressivamente a memória", indicou.

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

deixe sua casa mais segura nas férias! saiba como

Segundo dados da Secretaria de Segurança Pública de São Paulo, quadrilhas organizadas atacam uma residência a cada três dias no Estado. Em setembro deste ano, para combater os arrastões a condomínios, a polícia paulista criou o Programa de Prevenção e Repressão de Roubos a Condomínios, já que essa foi a modalidade de crimes que mais cresceu em 2009 - na capital, assaltantes invadiram os apartamentos de dois secretários de Estado. Na cidade do Rio de Janeiro, os roubos a casas cresceram 87% no ano. Se as residências já são alvos vulneráveis em qualquer situação, uma casa vazia se torna ainda mais fácil de ser invadida. Para evitar que você passe por essa situação, ÉPOCA selecionou algumas dicas de especialistas em segurança patrimonial que podem deixar sua casa mais protegida enquanto você viaja:

01. Não divulgue os detalhes de sua viagem para estranhos. Conhecer o itinerário de suas férias não vai ajudar o bandido ou seu informante, mas saber quando você embarca e quando você retorna, sim.

02. Avise o zelador. Para eventuais emergências, deixe na portaria o número de pelo menos dois conhecidos. E não se esqueça de deixar autorização escrita na portaria para eventuais visitantes.

03. Em viagens longas, peça para um vizinho de confiança ou um parente visitar sua casa. Se você tem um jardim visível da rua, sinais de abandono significam muito para bandidos de prontidão.

04. Cuidado com serviços programados para sua ausência. Se você decidiu aproveitar suas férias para adiantar uma reforma, deixe na portaria uma autorização com o nome da empresa e dos funcionários que farão o serviço.

05. Não deixe nada na portaria. Mesmo que a empresa de segurança do seu condomínio seja confiável, é arriscado deixar a chave do imóvel ou do carro, e até encomendas, com o zelador.
06. Evite acidentes e desperdício: feche o registro de água, luz e gás. E esvazie a geladeira. Numa queda de energia, alimentos podem apodrecer e espalhar mau cheiro pela sua casa e dos seus vizinhos.

07. Desligue a campainha. Gente mal intencionada pode tocá-la só para descobrir se há alguém em casa. Também reforce a segurança das portas e janelas com trancas, mas mão deixe nenhum cadeado do lado de fora do portão, por exemplo.

domingo, 3 de janeiro de 2010

a descoberta de um avião submerso de gelo!

Exploradores australianos afirmaram ter descoberto um avião preso no gelo da Antártica desde 1911, que teria sido um dos primeiros aparelhos do mundo a voar.

O pequeno avião, com apenas um lugar, foi o primeiro fabricado pela empresa britânica Vickers, oito anos depois do primeiro voo dos irmãos Wright, os pioneiros da aviação. Segundo a equipe que o encontrou, ele foi levado à Antártica pelo explorador australiano Douglas Mawson em 1911.

Mawson tinha a esperança de ser o primeiro a sobrevoar a calota polar da Antártica, mas o piloto que veio de Londres com o Vickers sofreu um acidente na Austrália durante um voo de teste.

  • Mawson's Huts Foundation, Frank Hurley/AP

    Nesta imagem de 1912 fornecida pela Fundação Mawson's Huts, um homem não identificado está ao lado de um avião Vickers usado durante expedição australiana para a Antártica



As asas estavam tão danificadas que tiveram de ser separadas da fuselagem. Mawson insistiu para utilizar o aparelho na Antártica como um "trator" para rebocar seus trenós, declarou à AFP o explorador australiano David Jensen.

"A ideia de Mawson não funcionou muito bem. Eles tinham equipado o avião com esquis adaptados e um leme especial colocado na cauda", comentou.

O motor foi danificado pelo frio extremo, e Mawson deixou o avião no Cabo Denison em 1914, segundo Jensen, presidente da Mawson's Hut Foundation.

Mawson abandonou definitivamente o Vickers na Antártica em 1931, após uma última visita em 1929.

Equipados com aparelhos de ressonância magnética, três equipes de especialistas da Mawson's Hut Foundation se revezaram para vasculhar a fuselagem do aparelho, visto pela última vez em 1975 no Cabo Denison completamente preso no gelo do continente branco.

Graças a excepcionais marés baixas, provocadas pela lua cheia, e ao derretimento do gelo, os exploradores australianos conseguiram descobrir o avião no dia do Ano Novo, destacou Jensen.

"Tínhamos uma chance em um milhão de reunir todas estas condições favoráveis para descobri-lo", comemorou.

A equipe se preparava para fazer um buraco no gelo para chegar até o avião sob condições meteorológicas particularmente adversas, com ventos de 80 km/h e temperaturas abaixo de zero, acrescentou Jensen.

"Um dos carpinteiros da fundação Mawson estava passeando no porto quando avistou, por sorte, a fuselagem metálica no meio das rochas. Dizem que uma sorte tão grande só acontece com a lua azul, e isso foi comprovado", festejou.

A noite do Ano Novo foi marcada pela segunda lua cheia do mês, um fenômeno chamado "lua azul". A origem do termo viria da expressão inglesa "once in a blue moon" (algo que acontece muito raramente). A última lua azul registrada em um 31 de dezembro fora em 1990.

Segundo Jensen, a equipe de exploradores recuperou os pedaços da fuselagem e deve levá-los de volta para a Austrália no fim de janeiro.

"As peças que encontramos vêm realmente do trator dos ares", encerrou, ainda incrédulo, o explorador.